Essa semana não consegui avançar tanto quanto gostaria na plataforma gamificada do Trailhead (Salesforce). Foi uma correria com a possível realocação para um cliente (da consultoria) do setor bancário – que acabou não acontecendo. Vida que segue!
Por outro lado, consegui tirar a poeira das minhas skills em SQL, modelagem de dados, aprendi um pouco sobre Adobe CDP e ainda dei uma renovada no uso do Google BigQuery. Já nos últimos dois dias (pouco depois de saber que não iria mais atuar no cliente “Banco X”), fui chamado para ajudar (se possível) um time de marketing (que atua em outro cliente da consultoria) que trabalha com a plataforma Braze (dev deles iria tirar uns dias para descansar). Eles estavam precisando, com urgência, de uma força para criar algumas landing pages para campanhas (por sinal, o design das páginas era muito bonito) de uma rede de fast-food (Global) com foco na Alemanha.
Me perguntaram se eu conseguiria ajudar e respondi que tinha criado muitas (ênfase aqui) landing pages ao longo da carreira (sou de muito antes do surto coletivo dos “Hot Sites”, rapá rs). Na real, foi uma das coisas que mais fiz na vida.
Enfim… Entreguei, funcionou, e agora já estão querendo marcar uma reunião comigo na segunda-feira para conversar sobre uma possível alocação no time.
No fim das contas, só fui ajudar… e isso já virou uma oportunidade de atuar em outro cliente da consultoria.
Parando para pensar, percebo que boa parte das oportunidades que tive na vida profissional surgiram assim: de uma ajuda, de uma troca, de uma colaboração espontânea. A gente nunca sabe o que pode nascer de um simples gesto de apoio.
Ajudar sem esperar nada em troca é um dos pilares mais poderosos da construção de comunidades fortes e de relações verdadeiras. É isso que move tudo (pelo menos – na minha cabeça, é claro): pessoas ajudando pessoas.
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