Recentemente finalizei o treinamento “Reinvention with Agentic AI” (Na verdade, foram vários treinamentos até conseguir concluir.) e conquistei esse badge. Mas, sendo bem sincero, o mais interessante não é o badge em si. É o contexto.
Em 1927, Metropolis (que é um clássico do cinema/gênero de ficção) já provocava uma discussão que ainda é e parece bem atual. Uma sociedade dividida entre quem pensa, quem executa e as máquinas que sustentam tudo isso. Na época, a pergunta era (ainda é em algumas rodas): “até onde a tecnologia substitui o humano?”.
*Fato importante (ao mesmo tempo curioso) para quem não viu o filme: Ele se passa no ano de “2026”.
Quase 100 anos depois, talvez a pergunta tenha evoluído.
Não é mais sobre substituição. É sobre orquestração. Em uma postagem anterior, eu comentei sobre um vídeo do Leandro Karnal (professor, historiador e filósofo) em conversa com o Claude IA (recomendo – https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7466521048788688896/).
A IA deixou de ser só ferramenta e passou a atuar como agente. Toma iniciativa, aprende com contexto e participa da construção das decisões. Isso muda completamente o jogo para quem trabalha com dados, CRMs, CMSs, automação, código, como é o meu caso.
Se antes a gente desenhava jornadas, agora estamos redesenhando a própria forma de pensar essas jornadas.
E aí vem a provocação:
Você está usando IA como “máquina” ou já está começando a trabalhar com ela como “agente”?
Porque a diferença entre esses dois pontos pode ser exatamente o que separa quem opera o futuro de quem apenas reage a ele. Mais uma vez: Idem ao vídeo que citei do “Karnal” em conversa com o “Claudinho”.
Curioso para saber onde é que isso tudo vai nos levar…
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